31 de março de 2010
Quando amar demais o outro é um problema
Em
uma pequena sala nos fundos de uma igreja em São Paulo, dezenove mulheres
sentadas em fileiras de cadeiras falam alternadamente sobre seus problemas no
relacionamento. Em sua grande maioria, são relatos de frustrações, inseguranças
e falta de companheirismo. Atrás de uma mesa coberta por uma toalha rosa, uma
coordenadora cronometra os cinco minutos a que cada uma tem direto para contar
sua história. As demais ouvem atentamente e lançam olhares de compreensão. Vez
ou outra, uma mulher pede a palavra para contar como superou um casamento ou
namoro desastrosos e servir de exemplos para as demais. É neste clima que
ocorrem os encontros do Mada (Mulheres que Amam Demais Anônimas), um grupo que
tem como objetivo ajudar mulheres a se livrar de relacionamentos destrutivos.
"Não sei o que seria de mim sem vocês", é uma das frases mais ouvidas
durante as reuniões.
Espalhado pelo mundo, o Mada chegou ao Brasil em 1994 por meio de uma mulher que prefere não se identificar e foi casada com um alcoólatra. Ela se inspirou no livro Mulheres que Amam Demais, em que a terapeuta familiar americana Robin Norwood conta sua experiência no envolvimento com um dependente químico, e decidiu seguir o conselho da autora: abriu um grupo no bairro dos Jardins, em São Paulo, para tratar da doença de amar e sofrer demais. Desde então, as reuniões ganham fôlego e ajudam pessoas como Fátima*. A comerciante de 42 anos esteve casada com um homem machista por mais de 20 anos até que terminou a união. Em um novo relacionamento há três anos, ela se vê novamente em uma posição de inferioridade, onde humilhações são constantes. "Ele me agride verbalmente, dizendo que ninguém, além dele, ficaria com uma baranga feito eu", desabafa. Segundo Fátima, ele se mostra ciumento e possessivo. "Não posso sair nem mesmo com meus netos."
Quem acompanha as reuniões percebe que elas são freqüentadas por mulheres vindas das mais diferentes classes sociais. São patricinhas descoladas, mães, solteiras e também aquelas como Fátima, que saiu de sua casa na periferia de São Paulo e pegou um ônibus para chegar à sala alugada nos fundos da Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. A faixa etária também é abrangente, desde uma mulher de 24 que se casou há uma década até as senhoras que já são avós.
Não conseguir colocar um ponto final em um relacionamento já desgastado e doentio é motivo de desespero de muitas mulheres. Mas outras também sofrem quando a relação termina por iniciativa do outro. "Eu fazia escândalos, não aceitava que o homem que viveu comigo por cinco anos tivesse se separado de mim e, pior, não me ligava, não tinha o menor interesse em saber como eu estava", conta Miriam*, que há três meses freqüenta o Mada de Recife, uma das quarenta reuniões semanais que ocorrem no país. "Tenho vergonha de lembrar do que fiz e sei que não estou pronta para me envolver com outro homem", analisa.
A dificuldade de voltar a se relacionar é carregada de traumas que, segundo a psicoterapeuta Suely Molitérno, acabam "contaminado as próximas relações". Por isso, é importante a ajuda especializada e, caso não seja possível pagar por uma terapia individual, as irmandades anônimas, como o Mada, podem ser a saída. "O grupo oferece um espaço para falar do problema que, além de sigilo, exige interesse do ouvinte", diz Mary Boeira da Silva, psicanalista e diretora do Instituto Wilfred Bion, de Porto Alegre. "É um espaço de identidade onde é possível viver em um mundo em 'miniatura', com pessoas que possuem dificuldades semelhantes."
Assim como o Alcoólatra Anônimo - grupo que serviu de base para o surgimento de diversos outros -, o Mada possui 12 passos de recuperação (veja link acima). Além deles, o amadrinhamento por uma mulher que já freqüenta o grupo, a literatura indicada e o anonimato são, segundo os membros da irmandade, outros instrumentos para a melhora.
Muitas vezes é difícil diferenciar uma dor passional de uma obsessão pelo ser amado. Segundo Suely Molitérno, a psiquiatria chama de Transtorno de Perda o período de 60 dias após uma perda afetiva por morte ou afastamento. Passado os dois meses, e com a permanência dos sintomas de tristeza, a psicoterapeuta aconselha a busca por apoio profissional. Para a psicóloga Marcia Corrêa, a obsessão pode ser percebida ainda antes da perda. "Deve-se prestar atenção se o ciúme é muito grande, pois esse sentimento está diretamente relacionado à baixa auto-estima", explica. A saída para esse, e todos os demais problemas de dependência, é a cartilha de bom convívio social. Faça sozinha atividades como academia, aula de canto, violão, corte-costura e programe encontros só com amigos, deixando a parceiro à vontade para fazer o mesmo. "Dar liberdade faz com que o outro fique mais próximo", diz Márcia.
Eu que amo tanto
As histórias de mulheres que sofrem por amor foram transportadas para o livro Eu Que Amo Tanto, escrito pela atriz e jornalista Marília Gabriela e publicado pela Editora Rocco. A obra é focada nas histórias de 13 mulheres que sofrem por amar demais, todas narradas em primeira pessoa. "Eu apenas lapidei, literalizei os depoimentos dessas mulheres", explicou a autora.
A vontade de escrever o livro nasceu de seu envolvimento com o fotógrafo Jordi Burch - que assina as imagens da publicação. "Queríamos falar sobre o amor e o Mada tinha ficado na minha cabeça desde a novela de Manoel Carlos (Mulheres Apaixonadas, atualmente em reprise na seção Vale a pena ver de novo, na Rede Globo)", explica. Decidido o tema sobre seu novo projeto, Marília Gabriela foi parar em uma reunião do Mada e revelou sua intenção as participantes. "No primeiro contato, 16 mulheres aceitaram participar do livro, mas três desistiram no meio do processo", diz Marília Gabriela. "As 13 restantes vieram em minha casa e a maioria consentiu em posar para as ilustrações do livro".
Segundo a jornalista, é impossível não se identificar com os depoimentos. "As mulheres muitas vezes repetem padrões. E você percebe todos os equívocos, por exemplo, a vitimização causada pelo ciúme, que é confundida com amor", esclarece. Agora, Marília Gabriela planeja se infiltrar no "lado de lá". "Quero dar voz aos homens que se permitem amar demais", conta. Segundo a jornalista, dois rapazes já se mostraram interessados em contar suas histórias, e do que depender dela, muito ainda será dito sobre a transformação do amor em relações doentias.
Espalhado pelo mundo, o Mada chegou ao Brasil em 1994 por meio de uma mulher que prefere não se identificar e foi casada com um alcoólatra. Ela se inspirou no livro Mulheres que Amam Demais, em que a terapeuta familiar americana Robin Norwood conta sua experiência no envolvimento com um dependente químico, e decidiu seguir o conselho da autora: abriu um grupo no bairro dos Jardins, em São Paulo, para tratar da doença de amar e sofrer demais. Desde então, as reuniões ganham fôlego e ajudam pessoas como Fátima*. A comerciante de 42 anos esteve casada com um homem machista por mais de 20 anos até que terminou a união. Em um novo relacionamento há três anos, ela se vê novamente em uma posição de inferioridade, onde humilhações são constantes. "Ele me agride verbalmente, dizendo que ninguém, além dele, ficaria com uma baranga feito eu", desabafa. Segundo Fátima, ele se mostra ciumento e possessivo. "Não posso sair nem mesmo com meus netos."
Quem acompanha as reuniões percebe que elas são freqüentadas por mulheres vindas das mais diferentes classes sociais. São patricinhas descoladas, mães, solteiras e também aquelas como Fátima, que saiu de sua casa na periferia de São Paulo e pegou um ônibus para chegar à sala alugada nos fundos da Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. A faixa etária também é abrangente, desde uma mulher de 24 que se casou há uma década até as senhoras que já são avós.
Não conseguir colocar um ponto final em um relacionamento já desgastado e doentio é motivo de desespero de muitas mulheres. Mas outras também sofrem quando a relação termina por iniciativa do outro. "Eu fazia escândalos, não aceitava que o homem que viveu comigo por cinco anos tivesse se separado de mim e, pior, não me ligava, não tinha o menor interesse em saber como eu estava", conta Miriam*, que há três meses freqüenta o Mada de Recife, uma das quarenta reuniões semanais que ocorrem no país. "Tenho vergonha de lembrar do que fiz e sei que não estou pronta para me envolver com outro homem", analisa.
A dificuldade de voltar a se relacionar é carregada de traumas que, segundo a psicoterapeuta Suely Molitérno, acabam "contaminado as próximas relações". Por isso, é importante a ajuda especializada e, caso não seja possível pagar por uma terapia individual, as irmandades anônimas, como o Mada, podem ser a saída. "O grupo oferece um espaço para falar do problema que, além de sigilo, exige interesse do ouvinte", diz Mary Boeira da Silva, psicanalista e diretora do Instituto Wilfred Bion, de Porto Alegre. "É um espaço de identidade onde é possível viver em um mundo em 'miniatura', com pessoas que possuem dificuldades semelhantes."
Assim como o Alcoólatra Anônimo - grupo que serviu de base para o surgimento de diversos outros -, o Mada possui 12 passos de recuperação (veja link acima). Além deles, o amadrinhamento por uma mulher que já freqüenta o grupo, a literatura indicada e o anonimato são, segundo os membros da irmandade, outros instrumentos para a melhora.
Muitas vezes é difícil diferenciar uma dor passional de uma obsessão pelo ser amado. Segundo Suely Molitérno, a psiquiatria chama de Transtorno de Perda o período de 60 dias após uma perda afetiva por morte ou afastamento. Passado os dois meses, e com a permanência dos sintomas de tristeza, a psicoterapeuta aconselha a busca por apoio profissional. Para a psicóloga Marcia Corrêa, a obsessão pode ser percebida ainda antes da perda. "Deve-se prestar atenção se o ciúme é muito grande, pois esse sentimento está diretamente relacionado à baixa auto-estima", explica. A saída para esse, e todos os demais problemas de dependência, é a cartilha de bom convívio social. Faça sozinha atividades como academia, aula de canto, violão, corte-costura e programe encontros só com amigos, deixando a parceiro à vontade para fazer o mesmo. "Dar liberdade faz com que o outro fique mais próximo", diz Márcia.
Eu que amo tanto
As histórias de mulheres que sofrem por amor foram transportadas para o livro Eu Que Amo Tanto, escrito pela atriz e jornalista Marília Gabriela e publicado pela Editora Rocco. A obra é focada nas histórias de 13 mulheres que sofrem por amar demais, todas narradas em primeira pessoa. "Eu apenas lapidei, literalizei os depoimentos dessas mulheres", explicou a autora.
A vontade de escrever o livro nasceu de seu envolvimento com o fotógrafo Jordi Burch - que assina as imagens da publicação. "Queríamos falar sobre o amor e o Mada tinha ficado na minha cabeça desde a novela de Manoel Carlos (Mulheres Apaixonadas, atualmente em reprise na seção Vale a pena ver de novo, na Rede Globo)", explica. Decidido o tema sobre seu novo projeto, Marília Gabriela foi parar em uma reunião do Mada e revelou sua intenção as participantes. "No primeiro contato, 16 mulheres aceitaram participar do livro, mas três desistiram no meio do processo", diz Marília Gabriela. "As 13 restantes vieram em minha casa e a maioria consentiu em posar para as ilustrações do livro".
Segundo a jornalista, é impossível não se identificar com os depoimentos. "As mulheres muitas vezes repetem padrões. E você percebe todos os equívocos, por exemplo, a vitimização causada pelo ciúme, que é confundida com amor", esclarece. Agora, Marília Gabriela planeja se infiltrar no "lado de lá". "Quero dar voz aos homens que se permitem amar demais", conta. Segundo a jornalista, dois rapazes já se mostraram interessados em contar suas histórias, e do que depender dela, muito ainda será dito sobre a transformação do amor em relações doentias.
Diferença entre homem e mulher
Certa noite uma mulher não voltou para casa...
No dia seguinte, ela disse ao marido que tinha dormido na casa de uma amiga.
Desconfiado, o homem telefonou para as 10 melhores amigas da mulher, e... Nenhuma sabia de nada...
Moral da História: Ô RAÇA DESUNIDA...
----------
Certa noite um homem não voltou para casa...
No dia seguinte, ele disse a esposa que tinha dormido na casa de um amigo.
Desconfiada, a mulher telefonou para os 10 melhores amigos do marido e... Oito deles confirmaram que ele tinha passado a noite na casa deles e dois disseram que ele ainda estava lá!!!!
Mora l da História: Ô RAÇA F.D.P....
No dia seguinte, ela disse ao marido que tinha dormido na casa de uma amiga.
Desconfiado, o homem telefonou para as 10 melhores amigas da mulher, e... Nenhuma sabia de nada...
Moral da História: Ô RAÇA DESUNIDA...
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Certa noite um homem não voltou para casa...
No dia seguinte, ele disse a esposa que tinha dormido na casa de um amigo.
Desconfiada, a mulher telefonou para os 10 melhores amigos do marido e... Oito deles confirmaram que ele tinha passado a noite na casa deles e dois disseram que ele ainda estava lá!!!!
Mora l da História: Ô RAÇA F.D.P....
30 de março de 2010
Saudável é comer até o talo
Você
já parou para pensar na quantidade de alimentos que é desperdiçada durante o
preparo daquela sopa de legumes ou de um assado? Sim, porque de acordo com
nutricionistas, as cascas de batata ou as folhas da cenoura que vão
automaticamente para o lixo também deveriam ir para a panela.
A natureza é realmente incrível. Até o que consideramos a sobra dos alimentos - ou seja, cascas, sementes, talos e algumas folhas - carrega uma quantidade importante de nutrientes que nosso corpo precisa. Em alguns casos, essas partes menosprezadas dos alimentos são até mais ricas em fibras e vitaminas do que aquilo que consideramos comestível. A dica, portanto, para o bem da nossa saúde - e do bolso também, claro - é tentar aproveitar 100% das frutas e verduras.
A nutróloga Tamara Mazaracki é enfática ao afirmar que só o fato de descascar qualquer alimento já faz com que ele perca boa parte da sua riqueza nutricional. Para quem ainda não se acostumou com a idéia de consumir as cascas de todos eles, a especialista sugere que, ao menos, se cozinhe os alimentos sem descascá-los. "Assim, a casca forma uma barreira durante o processo e evita que os nutrientes se dispersem na água fervente", explica.
Além disso, vale lembrar que ninguém aqui está recomendando que você engula a casca de uma banana, por exemplo, para ficar mais saudável. Algumas dessas sobras consideradas pouco apetitosas ao paladar podem ser cortadas e misturadas a preparos doces e salgados e até transformadas em farinha. E, para nossa surpresa, não prejudicam em nada o sabor da receita.
O programa Alimente-se Bem, do Sesi, trabalha com o aproveitamento integral dos alimentos desde 1999, ministrando cursos de 10 horas para quem tiver interesse em aprender a preparar pratos nutritivos sem desperdiçar comida. A nutricionista Larissa Martins Tanus, uma das participantes do projeto, comenta que muitas pessoas que fazem o curso chegam ali sem nunca terem sequer visto a folha da beterraba ou o talo da salsinha, por exemplo. "Ensinamos a comprar alimentos com talos e folhas e a aproveitar tudo", acrescenta.
Dicas práticas contra o desperdício
A nutricionista Nicole Cihlar Valente alerta que, para que o alimento possa ser integralmente aproveitado, é preciso primeiro checar a sua procedência. De preferência, os alimentos devem ser adquiridos em locais de grande circulação e que estejam preocupados com a higiene e manipulação dos itens expostos.
Em casa, o próximo passo é lavar muito bem as sobras que serão utilizadas nas receitas. As cascas, por exemplo, estão diretamente expostas a agrotóxicos e outros agentes nocivos. A dica é deixar os alimentos mergulhados durante 15 a 20 minutos em água filtrada com vinagre ou, melhor ainda, em solução à base de cloro, vendida em supermercados e farmácias.
A nutricionista Nicole ressalta que a maioria dos alimentos realmente pode ser aproveitada, mas ela não recomenda, por exemplo, o uso da casca de beterrada nas receitas. "Por ser muito porosa, essa casca acaba absorvendo muitas das impurezas que a terra contém", adverte. Mas e a casca da batata, que também é cultivada enterrada? "A batata é menos porosa e lavada uma série de vezes, de forma industrial", compara a especialista.
De modo geral, os nutricionistas indicam o consumo das folhas verde-escuras porque são importantes fontes de ferro, fibras, cálcio e magnésio. Na lista, estão as folhas de brócolis, couve-flor, beterraba e repolho - sim, todas aquelas que costumamos deixar de lado.
A natureza é realmente incrível. Até o que consideramos a sobra dos alimentos - ou seja, cascas, sementes, talos e algumas folhas - carrega uma quantidade importante de nutrientes que nosso corpo precisa. Em alguns casos, essas partes menosprezadas dos alimentos são até mais ricas em fibras e vitaminas do que aquilo que consideramos comestível. A dica, portanto, para o bem da nossa saúde - e do bolso também, claro - é tentar aproveitar 100% das frutas e verduras.
A nutróloga Tamara Mazaracki é enfática ao afirmar que só o fato de descascar qualquer alimento já faz com que ele perca boa parte da sua riqueza nutricional. Para quem ainda não se acostumou com a idéia de consumir as cascas de todos eles, a especialista sugere que, ao menos, se cozinhe os alimentos sem descascá-los. "Assim, a casca forma uma barreira durante o processo e evita que os nutrientes se dispersem na água fervente", explica.
Além disso, vale lembrar que ninguém aqui está recomendando que você engula a casca de uma banana, por exemplo, para ficar mais saudável. Algumas dessas sobras consideradas pouco apetitosas ao paladar podem ser cortadas e misturadas a preparos doces e salgados e até transformadas em farinha. E, para nossa surpresa, não prejudicam em nada o sabor da receita.
O programa Alimente-se Bem, do Sesi, trabalha com o aproveitamento integral dos alimentos desde 1999, ministrando cursos de 10 horas para quem tiver interesse em aprender a preparar pratos nutritivos sem desperdiçar comida. A nutricionista Larissa Martins Tanus, uma das participantes do projeto, comenta que muitas pessoas que fazem o curso chegam ali sem nunca terem sequer visto a folha da beterraba ou o talo da salsinha, por exemplo. "Ensinamos a comprar alimentos com talos e folhas e a aproveitar tudo", acrescenta.
Dicas práticas contra o desperdício
A nutricionista Nicole Cihlar Valente alerta que, para que o alimento possa ser integralmente aproveitado, é preciso primeiro checar a sua procedência. De preferência, os alimentos devem ser adquiridos em locais de grande circulação e que estejam preocupados com a higiene e manipulação dos itens expostos.
Em casa, o próximo passo é lavar muito bem as sobras que serão utilizadas nas receitas. As cascas, por exemplo, estão diretamente expostas a agrotóxicos e outros agentes nocivos. A dica é deixar os alimentos mergulhados durante 15 a 20 minutos em água filtrada com vinagre ou, melhor ainda, em solução à base de cloro, vendida em supermercados e farmácias.
A nutricionista Nicole ressalta que a maioria dos alimentos realmente pode ser aproveitada, mas ela não recomenda, por exemplo, o uso da casca de beterrada nas receitas. "Por ser muito porosa, essa casca acaba absorvendo muitas das impurezas que a terra contém", adverte. Mas e a casca da batata, que também é cultivada enterrada? "A batata é menos porosa e lavada uma série de vezes, de forma industrial", compara a especialista.
De modo geral, os nutricionistas indicam o consumo das folhas verde-escuras porque são importantes fontes de ferro, fibras, cálcio e magnésio. Na lista, estão as folhas de brócolis, couve-flor, beterraba e repolho - sim, todas aquelas que costumamos deixar de lado.
Receita para um casal nunca brigar
Um casal foi entrevistado num programa de TV porque
estava casado há 50 anos e
nunca tinham discutido.
O repórter, curioso, pergunta ao homem:
- Mas vocês nunca discutiram Mesmo?
- Não.
- Como é possível isso acontecer?
- Bem, quando nos casamos, a minha esposa tinha uma gatinha de estimação que amava muito. Era a criatura que ela mais amava na vida.
No dia do nosso casamento, fomos para a lua-de-mel e minha esposa fez questão de levar a gatinha. Andamos, passeamos, nos divertimos e a gatinha sempre conosco, mas certo dia a gatinha arranhou minha esposa.
A minha esposa olhou bem para a gatinha e disse:
- Um.
Algum tempo depois a danada da gatinha arranhou minha esposa novamente.
A minha esposa olhou para a gatinha e disse:
- Dois...
Na terceira vez que a gatinha lhe deu uma arranhada, minha esposa sacou uma espingarda e deu uns cinco tiros na bichinha.
Eu fiquei apavorado e perguntei:
- Sua ignorante desalmada! porque você fez uma coisa dessas, mulher?
A minha esposa olhou para mim e disse:
- Um!
Depois disso, nunca mais discutimos.
O repórter, curioso, pergunta ao homem:
- Mas vocês nunca discutiram Mesmo?
- Não.
- Como é possível isso acontecer?
- Bem, quando nos casamos, a minha esposa tinha uma gatinha de estimação que amava muito. Era a criatura que ela mais amava na vida.
No dia do nosso casamento, fomos para a lua-de-mel e minha esposa fez questão de levar a gatinha. Andamos, passeamos, nos divertimos e a gatinha sempre conosco, mas certo dia a gatinha arranhou minha esposa.
A minha esposa olhou bem para a gatinha e disse:
- Um.
Algum tempo depois a danada da gatinha arranhou minha esposa novamente.
A minha esposa olhou para a gatinha e disse:
- Dois...
Na terceira vez que a gatinha lhe deu uma arranhada, minha esposa sacou uma espingarda e deu uns cinco tiros na bichinha.
Eu fiquei apavorado e perguntei:
- Sua ignorante desalmada! porque você fez uma coisa dessas, mulher?
A minha esposa olhou para mim e disse:
- Um!
Depois disso, nunca mais discutimos.
29 de março de 2010
Comer barra de cereais é um hábito saudável?
Não
há como negar que as barrinhas de cereais caíram no gosto de muitas pessoas.
Elas são fáceis de serem transportadas, podem ser levadas na bolsa, ficar por
dias na sua gaveta do escritório, enfim, é um alimento que se adaptou muito bem
à correria da vida moderna. No entanto, é preciso ter cuidados, assim como
qualquer outra fonte de energia, a barra de cereais tem que ser consumida com
moderação e jamais ser usada para substituir refeições.
"A barra de cereais não tem qualidades nutritivas para substituir refeições", alerta a nutricionista e professora do Centro universitário São Camilo, Samantha Rhein. A profissional destaca a propaganda enganosa de pacotes de dietas que prometem perder peso por meio da ingestão apenas de barrinhas salgadas e doces. "O melhor horário para comê-las é entre as refeições", explica Samantha.
Assim como as frutas, iogurte ou, ainda, um pedaço de queijo branco, a barra de cereais é indicada para os lanchinhos como uma forma de variar na dieta. No entanto, Mariana Del Bosco Rodrigues, nutricionista da Abeso, ressalta a importância dos alimentos naturais. "Sempre que possível é preferível optar por um lanchinho natural. Isso não quer dizer que os produtos industrializados são ruins, mas é que houve uma inversão que leva a preferência apenas pelos industrializados".
A composição nutricional das barras de cereais depende muito de cada produto, uma vez que a variedade no mercado é bastante ampla. "De modo geral, elas são produtos energéticos, apropriados para o consumo anterior a atividade física, ou então rica em fibras, contribuindo para a regularização do trânsito intestinal. A dica é sempre analisar o rótulo (tabela de composição nutricional e lista de ingredientes)", ensina a nutricionista Adriana Alvarenga, Gerente de Informação Científica da Gold Nutrition.
Para Mariana Del Bosco Rodrigues, as barras de cereais não deveriam ter o rótulo de "produto saudável" uma vez que são fontes de açúcar e gordura. "O ideal de ingestão diária de fibras é entre 25 e 30g e a maioria das barrinhas não têm nem 1g", destaca.
Mas, segundo Mariana, não dá para descartar a grande qualidade desse alimento: a praticidade. A nutricionista Samantha Rhein destaca ainda outros pontos positivos da barra de cereais. "Pelo fato de possuir fibras, é preciso mastigar muito, o que sacia a sensação de fome. E também supre a vontade, principalmente das mulheres, de comer um docinho no meio do dia."
Já os produtos indicados como light também possuem ressalvas. "A diferença entre o light e o normal é de cerca de 30 calorias, ou seja muito pouco e desnecessário para quem tem um hábito alimentar controlado", explica Samantha Rhein.
"A barra de cereais não tem qualidades nutritivas para substituir refeições", alerta a nutricionista e professora do Centro universitário São Camilo, Samantha Rhein. A profissional destaca a propaganda enganosa de pacotes de dietas que prometem perder peso por meio da ingestão apenas de barrinhas salgadas e doces. "O melhor horário para comê-las é entre as refeições", explica Samantha.
Assim como as frutas, iogurte ou, ainda, um pedaço de queijo branco, a barra de cereais é indicada para os lanchinhos como uma forma de variar na dieta. No entanto, Mariana Del Bosco Rodrigues, nutricionista da Abeso, ressalta a importância dos alimentos naturais. "Sempre que possível é preferível optar por um lanchinho natural. Isso não quer dizer que os produtos industrializados são ruins, mas é que houve uma inversão que leva a preferência apenas pelos industrializados".
A composição nutricional das barras de cereais depende muito de cada produto, uma vez que a variedade no mercado é bastante ampla. "De modo geral, elas são produtos energéticos, apropriados para o consumo anterior a atividade física, ou então rica em fibras, contribuindo para a regularização do trânsito intestinal. A dica é sempre analisar o rótulo (tabela de composição nutricional e lista de ingredientes)", ensina a nutricionista Adriana Alvarenga, Gerente de Informação Científica da Gold Nutrition.
Para Mariana Del Bosco Rodrigues, as barras de cereais não deveriam ter o rótulo de "produto saudável" uma vez que são fontes de açúcar e gordura. "O ideal de ingestão diária de fibras é entre 25 e 30g e a maioria das barrinhas não têm nem 1g", destaca.
Mas, segundo Mariana, não dá para descartar a grande qualidade desse alimento: a praticidade. A nutricionista Samantha Rhein destaca ainda outros pontos positivos da barra de cereais. "Pelo fato de possuir fibras, é preciso mastigar muito, o que sacia a sensação de fome. E também supre a vontade, principalmente das mulheres, de comer um docinho no meio do dia."
Já os produtos indicados como light também possuem ressalvas. "A diferença entre o light e o normal é de cerca de 30 calorias, ou seja muito pouco e desnecessário para quem tem um hábito alimentar controlado", explica Samantha Rhein.
Participe você também
No aniversário de 1 ano do Levemente Apimentado, quem ganha presente é você!
O blog irá sortear no dia 25/04/2010 os quatro livros da série que vendeu mais de 77 milhões de exemplares em todo o mundo. Juntos em uma Caixa Exclusiva.
4 LIVROS NOVOS, LACRADOS INCLUINDO A CAIXA ORIGINAL DO BOX!
1- Crepúsculo desafiou a imaginação e conquistou uma legião de fãs mundo afora.
2- Lua Nova deixou os leitores sedentos por mais.
3- Eclipse transformou a série em um fenômeno global.
4- Amanhecer encerra a saga de paixões e perigos com um desfecho de tirar o fôlego.
"Mas por que especialmente uma adolescente gostaria de amar ou, quem sabe, de ser um vampiro? Para responder, basta ler a maravilhosa saga escrita por Stephenie Meyer, que já conquistou milhões de leitores mundo afora." Folha de S.Paulo
"Com os vampiros de Crepúsculo, Stephenie Meyer se torna a mais badalada autora de fantasia do mundo." O Globo
"Com os vampiros de Crepúsculo, Stephenie Meyer se torna a mais badalada autora de fantasia do mundo." O Globo
Quer saber como poderá ganhar esse prêmio?
Para ganhar o box da coleção de maior sucesso no momento, é preciso:
§ Ser seguidor (Google Friend Connect) do blog "Levemente Apimentado";
§ Responder nesse post, por que você merece ganhar esse maravilhoso box da série crepúsculo;
§ Deixar no post, nome completo, email e cidade;
§ Assinar o nosso feed para receber as novidades do blog por email.
REGRAS DO SORTEIO
§ Serão aceitos comentários até o dia 24/04/2010 ás 23:59 hs
§ Será sorteado um número de 1 a X (sendo X o numero total de participantes)
§ Só vale para o Brasil.
§ Quem publicar (via post) esse mega sorteio no seu blog, poderá comentar duas vezes, aumentado assim as chances de ser sorteado!
Boa sorte a todos!
Lá do parceiro Alexandre Diniz
Duvido você não rir
Um homem tinha verdadeira paixão por feijão, mas ele
lhe provocava muitos gases, criando situações embaraçosas sempre que o
comia.
Um dia ele conheceu uma garota e se apaixonou. Mas pensou: 'Ela nunca vai se casar comigo se eu continuar desse jeito. ' Então fez um sacrifício enorme e deixou de comer feijão'.
Pouco depois os dois se casaram. Passados alguns meses, quando ele
voltava para casa, seu carro quebrou Ele telefonou para a esposa e avisou que ia chegar mais tarde, pois voltaria a pé.
No caminho de volta para casa, passou por um restaurante e o aroma maravilhoso do feijão lhe atingiu em cheio.
Entrou e comeu três pratos fundos de feijão. Durante todo o caminho, foi
para casa peidando, feliz da vida.
E quando chegou já se sentia bem melhor. A esposa o encontrou na porta e parecia bastante excitada. Ela disse: Querido, o jantar hoje é uma surpresa'.
Então ela lhe colocou uma venda nos olhos e o levou até a mesa, fazendo-o sentar-se à cabeceira.
Nesse momento, aflito, ele pressentiu que havia um novo peido a caminho.
Quando a esposa estava preste a lhe remover a venda, o telefone tocou.
Ela foi atender, mas antes o fez prometer que não tiraria a venda
enquanto não voltasse.
Ele, claro, aproveitou a oportunidade. E, assim que ficou sozinho, jogando eu peso para apenas uma perna, soltou um senhor peido.
Não foi apenas alto, mas também longo e picotado. Parecia um ovo fritando.
Com dificuldade para respirar, devido à venda apertada, ele tateou na mesa
procurando um guardanapo e começou a abanar o ar em volta de si, para espantar o cheiro.
Mas, logo em seguida, teve vontade de soltar outro. Levantou a perna e...
RRRRRRRROOOOOOOOUUUUUUUUMMMMM!!
Esse, então, soou como um motor a diesel pegando e cheirou ainda pior!...
Esperando que o odor se dissipasse, ele voltou a sacudir os braços e o guardanapo,freneticamente, numa animada e ridícula coreografia.
E quando pensou que tudo voltaria ao normal, lá veio a vontade outra vez.
Como ouvia a mulher, lá dentro, continuando a falar no telefone, não teve dúvidas: jogou o peso sobre a outra perna e mandou ver.
Desta vez merecia medalha de ouro na categoria. Enxofre puro. As janelas vibraram, a louça na mesa sacudiu, e em dez segundos as flores no vaso sobre a mesa estavam mortas.
Ouvido atento à conversa da mulher no telefone, e mantendo a promessa de não tirar a venda, continuou peidando e abanando os braços por mais uns três minutos..
Quando ouviu a mulher se despedir no telefone, já estava totalmente aliviado.
Colocou o guardanapo suavemente no colo, cruzou as mãos sobre ele e
chegou a sorrir vitorioso, estampando no rosto a inocência de um anjo.
Então a esposa voltou à sala, pedindo desculpas por ter demorado tanto ao
telefone, e lhe perguntou se ele havia tirado a venda e olhado à mesa de
jantar.
Quando teve a certeza de que isso não havia acontecido, ela própria lhe
removeu a venda e gritou: 'SURPRESAAAA!'
E ele, finalmente, deu de cara com os doze convidados sentados à mesa
para comemorar seu aniversário !
Um dia ele conheceu uma garota e se apaixonou. Mas pensou: 'Ela nunca vai se casar comigo se eu continuar desse jeito. ' Então fez um sacrifício enorme e deixou de comer feijão'.
Pouco depois os dois se casaram. Passados alguns meses, quando ele
voltava para casa, seu carro quebrou Ele telefonou para a esposa e avisou que ia chegar mais tarde, pois voltaria a pé.
No caminho de volta para casa, passou por um restaurante e o aroma maravilhoso do feijão lhe atingiu em cheio.
Entrou e comeu três pratos fundos de feijão. Durante todo o caminho, foi
para casa peidando, feliz da vida.
E quando chegou já se sentia bem melhor. A esposa o encontrou na porta e parecia bastante excitada. Ela disse: Querido, o jantar hoje é uma surpresa'.
Então ela lhe colocou uma venda nos olhos e o levou até a mesa, fazendo-o sentar-se à cabeceira.
Nesse momento, aflito, ele pressentiu que havia um novo peido a caminho.
Quando a esposa estava preste a lhe remover a venda, o telefone tocou.
Ela foi atender, mas antes o fez prometer que não tiraria a venda
enquanto não voltasse.
Ele, claro, aproveitou a oportunidade. E, assim que ficou sozinho, jogando eu peso para apenas uma perna, soltou um senhor peido.
Não foi apenas alto, mas também longo e picotado. Parecia um ovo fritando.
Com dificuldade para respirar, devido à venda apertada, ele tateou na mesa
procurando um guardanapo e começou a abanar o ar em volta de si, para espantar o cheiro.
Mas, logo em seguida, teve vontade de soltar outro. Levantou a perna e...
RRRRRRRROOOOOOOOUUUUUUUUMMMMM!!
Esse, então, soou como um motor a diesel pegando e cheirou ainda pior!...
Esperando que o odor se dissipasse, ele voltou a sacudir os braços e o guardanapo,freneticamente, numa animada e ridícula coreografia.
E quando pensou que tudo voltaria ao normal, lá veio a vontade outra vez.
Como ouvia a mulher, lá dentro, continuando a falar no telefone, não teve dúvidas: jogou o peso sobre a outra perna e mandou ver.
Desta vez merecia medalha de ouro na categoria. Enxofre puro. As janelas vibraram, a louça na mesa sacudiu, e em dez segundos as flores no vaso sobre a mesa estavam mortas.
Ouvido atento à conversa da mulher no telefone, e mantendo a promessa de não tirar a venda, continuou peidando e abanando os braços por mais uns três minutos..
Quando ouviu a mulher se despedir no telefone, já estava totalmente aliviado.
Colocou o guardanapo suavemente no colo, cruzou as mãos sobre ele e
chegou a sorrir vitorioso, estampando no rosto a inocência de um anjo.
Então a esposa voltou à sala, pedindo desculpas por ter demorado tanto ao
telefone, e lhe perguntou se ele havia tirado a venda e olhado à mesa de
jantar.
Quando teve a certeza de que isso não havia acontecido, ela própria lhe
removeu a venda e gritou: 'SURPRESAAAA!'
E ele, finalmente, deu de cara com os doze convidados sentados à mesa
para comemorar seu aniversário !
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