18 de janeiro de 2010

O julgamento da velinha

Juiz: Qual sua idade? 
Velhinha:
 Tenho 86 anos. 
Juiz:
 A senhora pode nos dizer com suas próprias palavras o que lhe aconteceu no dia 1º de abril do ano passado? 
Velhinha:
 Claro, doutor. Eu estava sentada no balanço de minha varanda, num fim-de-tarde suave de verão, quando um jovem sorrateiramente senta-se ao meu lado. 
Juiz:
 Você o conhecia? 
Velhinha:
 Não, mas ele foi muito amigável... 
Juiz:
 O que aconteceu depois? 
Velhinha:
 Depois de um bate-papo delicioso, ele começou a acariciar minha coxa. 
Juiz:
 A senhora o deteve? 
Velhinha: Não.. 
Juiz:
 Por que não? 
Velhinha:
 Foi agradável.. Ninguém nunca mais havia feito isto comigo desde que meu Ariovaldo faleceu, há 30 anos. 
Juiz:
 O que aconteceu depois? 
Velhinha:
 Acredito que pelo fato de não tê-lo detido, ele começou a acariciar meus seios. 
Juiz:
 A senhora o deteve então? 
Velhinha:
 Mas claro que não, doutor... 
Juiz:
 Por que não? 
Velhinha:
 Porque, Meritíssimo, ele me fez sentir viva e excitada. Não me sentia assim há anos! 
Juiz:
 O que aconteceu depois? 
Velhinha:
 Ora Sr. Juiz, o que poderia uma mulher de verdade, ardendo em chamas, já de noitinha, diante de um jovem ávido por amor? Estávamos à sós, e abrindo as pernas suavemente, disse-lhe: Me possua, rapaz! 
Juiz:
 E ele a possuiu? 
Velhinha:
 Não. Ele gritou: 1º de abriiiiiiiiiiiiiiiiillllllll! Foi aí que eu dei um tiro no filho da puta! 


Um comentário:

Bruuno Pereira disse...

que vééia safada , mas caiu no dia 1° de abril, aopskapokspoakskopaksas